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28 de dezembro de 2012

3ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos


Nessa 3ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos a fraternidade JUFRA das Chagas em São Paulo, procurou realizar atividades formativas e práticas.

Entre elas foram nos encontros de formação, com o tema “Ecologia: Por Justiça Socioambiental”, sendo que uma de nossas irmãs que teve a oportunidade de participar da Cúpula dos Povos na Rio +20 em junho deste ano na cidade do Rio de Janeiro e partilhou com a fraternidade como foi a experiência e todo o envolvimento da JUFRA do Brasil antes e durante a Cúpula e algumas atividades que ocorreram durante a semana do evento, dando um destaque a campanha “Não à Economia Verde”, sendo que alguns irmãos puderam participar anteriormente de seminários e debates promovidos pelo SEFRAS para discutir sobre essa questão.

E outro, juntamente com a fraternidade de OFS das Chagas, fizemos a celebração "O REINO DE DEUS FLORESCE ONDE O BEM VIVER ACONTECE!"...


Estimulados com a Campanha de incentivo a doação de Sangue do Regional da JUFRA de São Paulo.. "Doe sangue ao seu irmão", alguns membros da fraternidade
se organizaram e foram fazer a doação de sangue no Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.
"foi nossa ação prática em fraternidade, saímos para ajudar nossos irmãos enfermos, fomos fazer doação de sangue ,foi muito bom!" (Fernanda Monalisa - Secretária Fraterna)




Outra atividade prática e tão importante a participação na Corrida/Caminhada Bote Fé na Vida, onde estimulamos o cuidado com a saúde física e mental. O nosso direito
a saúde, implica também no conhecimento e prática de um bem viver. Boa alimentação, ingestão de água, cuidados com atividade física e fora o sedentarismo. Numa sociedade onde o uso das diversas tecnologias afastam as pessoas do contato consigo mesmo, com o outro, com a natureza. Direito a saúde, é participar e promover saúde em todos os meios e idades.

 
Para finalizar nossas atividades realizamos no dia 23 de dezembro uma visita ao Lar Vicentino que abriga idosos carentes, inclusive 2 das irmãs da OFS - Helena e Ivone que agora moram nessa instituição. Um momento muito gostoso e fraterno, onde pudemos abraçar, ouvir, conversar, dar um pouco de carinho a essas irmãs e outros idosos em plena véspera de Natal. Pois, Natal é amor em ação... que seja Natal todos os dias em tudo o que fizermos.





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JUFRA das Chagas - SP

3 de dezembro de 2012

CAMPANHA DE INCENTIVO A DOAÇÃO DE SANGUE JUVENTUDE FRANCISCANA DO REGIONAL SUDESTE III- SP




Através de uma ação concreta, podemos doar vida,
ser solidários  e testemunhar nosso Carisma FrancisClariano.

            Acreditamos em um Deus da vida.
        Aquele que doou seu próprio sangue pela nossa Salvação. Que ensinou nos o verdadeiro amor, capaz de transformar o mundo. Onde "Reina o Amor, Deus aí está"!
            Em sintonia com a Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos do ano de 2012, cujo tema é "Estado, Saúde e Ecologia" e o lema é  "Juventude Franciscana, na construção da sociedade do Bem-Viver", o Secretariado Fraterno Regional da JUFRA de São Paulo lança uma campanha de incentivo voluntário a doação de sangue.



Saúde é vida.
Sangue é vida.

            A importância desse líquido de aspecto vermelho que não pára de circular por todo o nosso corpo, é transportar o oxigênio e nutrientes, assim como é responsável pelo sistema de defesa do nosso organismo.
            Embora a ciência tenha avançado muito, não se encontrou um substituto para o sangue humano. Por isso toda a pessoa que precisa de sangue - uma transfusão, só pode contar com a solidariedade de outras pessoas.

Doar sangue é simples, rápido e seguro.
Mas, para quem o recebe, esse gesto é muito mais: vale a vida.

Colabore com a campanha de incentivo a doação de sangue.
Informe-se e procure em sua cidade os locais próximos para doação.
Convide seus irmãos da fraternidade JUFRA e OFS, familiares e amigos.
Divulgue essa campanha e seja também um voluntário em prol da vida.

      Como jovens franciscanos, vamos juntos nesse gesto concreto estender as mãos e doar.
"Posso mudar o mundo ao meu redor, se eu começar por mim algo será melhor"
(Meu Verdadeiro Ideal)
Algumas dúvidas:

            Qual a data para a doação de sangue?
Por estarmos em plena Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos que ocorre entre 01 e 10 de dezembro, incentivamos que se faça a doação nesse período. No entanto, a campanha se estende conforme a organização de cada fraternidade.
            Qual situação precisa-se de transfusão de sangue?
Em situações onde se perde muito sangue (ex.: acidentes, cirurgias) ou está com um volume sanguíneo baixo, ou por doenças que requerem transfusão (ex.: hemodiálise).
      Quem pode e quem não pode doar sangue?
Existe alguns requisitos básicos, porém no momento da doação é realizado uma entrevista e analisado pela enfermagem a aptidão ou não para realizar a doação de sangue.

Requisitos básicos:
» Estar em boas condições de saúde.
» Ter entre 16 e 67 anos, desde que a primeira doação tenha sido feita até 60 anos (menores de 18 anos necessitam de autorização dos pais ou responsáveis).
» Pesar no mínimo 50kg.
» Estar descansado (ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas).
» Estar alimentado (evitar alimentação gordurosa nas 4 horas que antecedem a doação).
» Apresentar documento original com foto emitido por órgão oficial (Carteira de Identidade, Cartão de Identidade de Profissional Liberal, Carteira de Trabalho e Previdência Social).

Você não poderá doar sangue se:
» tiver idade inferior a 16 anos ou superior a 67 anos.
» tiver peso inferior a 50 kilos.
» estiver com anemia no teste realizado imediatamente antes da doação.
» estiver com hipertensão ou hipotensão arterial no momento da doação.
» estiver com aumento ou diminuição dos batimentos cardíacos no momento da doação.
» estiver com febre no dia da doação.
» estiver grávida.
» estiver amamentando, a menos que o parto tenha ocorrido há mais de 12 meses.


Referências na pesquisa:
Fundação Pró-Sangue:
http://www.prosangue.sp.gov.br
INCA:
http://www.inca.gov.br

Colaboração com o cartaz:
André Ricardo

30 de novembro de 2012

JUFRA do Brasil promove 3ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos





“Estado, Saúde e Ecologia”. Com este tema, entre os dias 01 e 10 de dezembro de 2012 a Juventude Franciscana (JUFRA) do Brasil estará realizando a 3ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos. A Jornada é coordenada pela Subsecretaria Nacional de Direitos Humanos, Justiça, Paz e Integridade da Criação (DHJUPIC) da JUFRA, e ocorre na primeira semana de dezembro, culminado com o Dia Universal dos Direitos Humanos (10/12).

A Jornada é nacional, mas as ações serão todas realizadas nas Fraternidades Locais da JUFRA a partir da sua realidade, ou pelas entidades que também desejarem promover e aderir à mesma. As ações são diversas, tais e quais encontros de formação, celebrações, gincanas, visitas solidárias, refeições fraternas e caminhadas.

Tanto o tema, quanto o lema da 3ª Jornada, “Juventude Franciscana na construção da sociedade do Bem-Viver”, convergem dos principais processos que a JUFRA do Brasil participou este ano: Campanha da Fraternidade, o Grito dos/as Excluídos/as, o Serviço Inter-Franciscano de Justiça, Paz e Ecologia-SINFRAJUPE, a Cúpula dos Povos, a 5ª Semana Social Brasileira, a parceria com a PJ e REJUMA, Enlace das Juventudes, etc.

Para ajudar na realização da Jornada, foram publicados um cartaz e uma Cartilha com o método Ver-Julgar-Agir, com três encontros sobre: 1) “Estado: Para quê e para quem?” 2) “Saúde é Direito: A Vida em primeiro lugar!” e 3) “Ecologia: Por Justiça Socioambiental!”; e uma Celebração “O Reino de Deus floresce onde o Bem-Viver acontece!”. Além disso, na Cartilha também se encontram subsídios para auxiliar no trabalho da Jornada e para aprofundamento nas temáticas, contatos dos Regionais e do Secretariado Nacional, bem como documentos importantes para a continuidade dos trabalhos nos quais a JUFRA está envolvida.

As atividades serão divulgadas nos blogs nacionais e regionais da JUFRA, sobretudo no Site Nacional da JUFRA do Brasil: www.jufrabrasil.org e no Blog da Subsecretaria Nacional de DHJUPIC: www.dhjupic.blogspot.com, onde constarão fotos e relatos das atividades realizadas, assim como arquivos da 1ª e 2ª Jornadas Nacionais.

A Juventude Franciscana do Brasil entende que só será um real serviço ao Povo de Deus, à medida que estiver profundamente inserida em sua vida, nas suas culturas, nos seus fracassos, nas suas lutas e nas suas esperanças, identificando-se cada vez mais com os anseios populares, à luz do Evangelho de Jesus Cristo, para que tudo tenha vida, e vida em abundância.

Contatos para informações:
jufrabrasil@gmail.com

Secretário Fraterno Nacional da JUFRA do Brasil
Alex Bastos – 55 (11) 9 7048-2788 (TIM)

Subsecretário Nacional de DHJUPIC da JUFRA do Brasil
Emanuelson Matias (Elson) – 55 (83) 8815-9042 (OI)

Subsecretário Nacional de Comunicação, Escrituração e Arquivo da JUFRA do Brasil
Thiago Costa – 55 (84) 9800-4725 (TIM)

Ou acessem o Blog Nacional de DHJUPIC

27 de novembro de 2012

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA A XXVIII JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE NO RIO DE JANEIRO, EM JULHO DE 2013


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«Ide e fazei discípulos entre as nações!» (cf. Mt 28,19)
Queridos jovens,
Desejo fazer chegar a todos vós minha saudação cheia de alegria e afeto. Tenho a certeza que muitos de vós regressastes a casa da Jornada Mundial da Juventude em Madrid mais «enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé» (cf. Col 2,7). Este ano, inspirados pelo tema: «Alegrai-vos sempre no Senhor» (Fil 4,4) celebramos a alegria de ser cristãos nas várias Dioceses. E agora estamo-nos preparando para a próxima Jornada Mundial, que será celebrada no Rio de Janeiro, Brasil, em julho de 2013. 
Desejo, em primeiro lugar, renovar a vós o convite para participardes nesse importante evento. A conhecida estátua do Cristo Redentor, que se eleva sobre àquela bela cidade brasileira, será o símbolo eloquente deste convite: seus braços abertos são o sinal da acolhida que o Senhor reservará a todos quantos vierem até Ele, e o seu coração retrata o imenso amor que Ele tem por cada um e cada uma de vós. Deixai-vos atrair por Ele! Vivei essa experiência de encontro com Cristo, junto com tantos outros jovens que se reunirão no Rio para o próximo encontro mundial! Deixai-vos amar por Ele e sereis as testemunhas de que o mundo precisa.
Convido a vos preparardes para a Jornada Mundial do Rio de Janeiro, meditando desde já sobre o tema do encontro: «Ide e fazei discípulos entre as nações» (cf. Mt 28,19). Trata-se da grande exortação missionária que Cristo deixou para toda a Igreja e que permanece atual ainda hoje, dois mil anos depois. Agora este mandato deve ressoar fortemente em vosso coração. O ano de preparação para o encontro do Rio coincide com o Ano da fé, no início do qual o Sínodo dos Bispos dedicou os seus trabalhos à «nova evangelização para a transmissão da fé cristã». Por isso me alegro que também vós, queridos jovens, sejais envolvidos neste impulso missionário de toda a Igreja: fazer conhecer Cristo é o dom mais precioso que podeis fazer aos outros.
1. Um chamado urgente
A história mostra-nos muitos jovens que, através do dom generoso de si mesmos, contribuíram grandemente para o Reino de Deus e para o desenvolvimento deste mundo, anunciando o Evangelho. Com grande entusiasmo, levaram a Boa Nova do Amor de Deus manifestado em Cristo, com meios e possibilidades muito inferiores àqueles de que dispomos hoje em dia. Penso, por exemplo, no Beato José de Anchieta, jovem jesuíta espanhol do século XVI, que partiu em missão para o Brasil quando tinha menos de vinte anos e se tornou um grande apóstolo do Novo Mundo. Mas penso também em tantos de vós que se dedicam generosamente à missão da Igreja: disto mesmo tive um testemunho surpreendente na Jornada Mundial de Madri, em particular na reunião com os voluntários.Hoje, não poucos jovens duvidam profundamente que a vida seja um bem, e não veem com clareza o próprio caminho. De um modo geral, diante das dificuldades do mundo contemporâneo, muitos se perguntam: E eu, que posso fazer? A luz da fé ilumina esta escuridão, nos fazendo compreender que toda existência tem um valor inestimável, porque é fruto do amor de Deus. Ele ama mesmo quem se distanciou ou esqueceu d’Ele: tem paciência e espera; mais que isso, deu o seu Filho, morto e ressuscitado, para nos libertar radicalmente do mal. E Cristo enviou os seus discípulos para levar a todos os povos este alegre anúncio de salvação e de vida nova.
A Igreja, para continuar esta missão de evangelização, conta também convosco. Queridos jovens, vós sois os primeiros missionários no meio dos jovens da vossa idade! No final do Concílio Ecumênico Vaticano II, cujo cinquentenário celebramos neste ano, o Servo de Deus Paulo VI entregou aos jovens e às jovens do mundo inteiro uma Mensagem que começava com estas palavras: «É a vós, rapazes e moças de todo o mundo, que o Concílio quer dirigir a sua última mensagem, pois sereis vós a recolher o facho das mãos dos vossos antepassados e a viver no mundo no momento das mais gigantescas transformações da sua história, sois vós quem, recolhendo o melhor do exemplo e do ensinamento dos vossos pais e mestres, ides constituir a sociedade de amanhã: salvar-vos-eis ou perecereis com ela». E concluía com um apelo: «Construí com entusiasmo um mundo melhor que o dos vossos antepassados!» (Mensagem aos jovens, 8 de dezembro de 1965).
Queridos amigos, este convite é extremamente atual. Estamos passando por um período histórico muito particular: o progresso técnico nos deu oportunidades inéditas de interação entre os homens e entre os povos, mas a globalização destas relações só será positiva e fará crescer o mundo em humanidade se estiver fundada não sobre o materialismo mas sobre o amor, a única realidade capaz de encher o coração de cada um e unir as pessoas. Deus é amor. O homem que esquece Deus fica sem esperança e se torna incapaz de amar seu semelhante. Por isso é urgente testemunhar a presença de Deus para que todos possam experimentá-la: está em jogo a salvação da humanidade, a salvação de cada um de nós. Qualquer pessoa que entenda essa necessidade, não poderá deixar de exclamar com São Paulo: «Ai de mim se eu não anunciar o Evangelho» (1 Cor 9,16).
2. Tornai-vos discípulos de Cristo
Esta chamada missionária vos é dirigida também por outro motivo: é necessário para o nosso caminho de fé pessoal. O Beato João Paulo II escrevia: «É dando a fé que ela se fortalece» (Encíclica Redemptoris missio, 2). Ao anunciar o Evangelho, vós mesmos cresceis em um enraizamento cada vez mais profundo em Cristo, vos tornais cristãos maduros. O compromisso missionário é uma dimensão essencial da fé: não se crê verdadeiramente, se não se evangeliza. E o anúncio do Evangelho não pode ser senão consequência da alegria de ter encontrado Cristo e ter descoberto n’Ele a rocha sobre a qual construir a própria existência. Comprometendo-vos no serviço aos demais e no anúncio do Evangelho, a vossa vida, muitas vezes fragmentada entre tantas atividades diversas, encontrará no Senhor a sua unidade; construir-vos-eis também a vós mesmos; crescereis e amadurecereis em humanidade.
Mas, que significa ser missionário? Significa acima de tudo ser discípulo de Cristo e ouvir sem cessar o convite a segui-Lo, o convite a fixar o olhar n’Ele: «Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração» (Mt 11,29). O discípulo, de fato, é uma pessoa que se põe à escuta da Palavra de Jesus (cf. Lc 10,39), a quem reconhece como o Mestre que nos amou até o dom de sua vida. Trata-se, portanto, de cada um de vós deixar-se plasmar diariamente pela Palavra de Deus: ela vos transformará em amigos do Senhor Jesus, capazes de fazer outros jovens entrar nesta mesma amizade com Ele.
Aconselho-vos a guardar na memória os dons recebidos de Deus, para poder transmiti-los ao vosso redor. Aprendei a reler a vossa história pessoal, tomai consciência também do maravilhoso legado recebido das gerações que vos precederam: tantos cristãos nos transmitiram a fé com coragem, enfrentando obstáculos e incompreensões. Não o esqueçamos jamais! Fazemos parte de uma longa cadeia de homens e mulheres que nos transmitiram a verdade da fé e contam conosco para que outros a recebam. Ser missionário pressupõe o conhecimento deste patrimônio recebido que é a fé da Igreja: é necessário conhecer aquilo em que se crê, para podê-lo anunciar. Como escrevi na introdução do YouCat, o Catecismo para jovens que vos entreguei no Encontro Mundial de Madri, «tendes de conhecer a vossa fé como um especialista em informática domina o sistema operacional de um computador. Tendes de compreendê-la como um bom músico entende uma partitura. Sim, tendes de estar enraizados na fé ainda mais profundamente que a geração dos vossos pais, para enfrentar os desafios e as tentações deste tempo com força e determinação» (Prefácio).
3. Ide!
Jesus enviou os seus discípulos em missão com este mandato: «Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura! Quem crer e for batizado será salvo» (Mc 16,15-16). Evangelizar significa levar aos outros a Boa Nova da salvação, e esta Boa Nova é uma pessoa: Jesus Cristo. Quando O encontro, quando descubro até que ponto sou amado por Deus e salvo por Ele, nasce em mim não apenas o desejo, mas a necessidade de fazê-lo conhecido pelos demais. No início do Evangelho de João, vemos como André, depois de ter encontrado Jesus, se apressa em conduzir a Ele seu irmão Simão (cf. 1,40-42). A evangelização sempre parte do encontro com o Senhor Jesus: quem se aproximou d’Ele e experimentou o seu amor, quer logo partilhar a beleza desse encontro e a alegria que nasce dessa amizade. Quanto mais conhecemos a Cristo, tanto mais queremos anunciá-lo. Quanto mais falamos com Ele, tanto mais queremos falar d’Ele. Quanto mais somos conquistados por Ele, tanto mais desejamos levar outras pessoas para Ele.
Pelo Batismo, que nos gera para a vida nova, o Espírito Santo vem habitar em nós e inflama a nossa mente e o nosso coração: é Ele que nos guia para conhecer a Deus e entrar em uma amizade sempre mais profunda com Cristo. É o Espírito que nos impulsiona a fazer o bem, servindo os outros com o dom de nós mesmos. Depois, através do sacramento da Confirmação, somos fortalecidos pelos seus dons, para testemunhar de modo sempre mais maduro o Evangelho. Assim, o Espírito de amor é a alma da missão: Ele nos impele a sair de nós mesmos para «ir» e evangelizar. Queridos jovens, deixai-vos conduzir pela força do amor de Deus, deixai que este amor vença a tendência de fechar-se no próprio mundo, nos próprios problemas, nos próprios hábitos; tende a coragem de «sair» de vós mesmos para «ir» ao encontro dos outros e guiá-los ao encontro de Deus.
4. Alcançai todos os povos
Cristo ressuscitado enviou os seus discípulos para dar testemunho de sua presença salvífica a todos os povos, porque Deus, no seu amor superabundante, quer que todos sejam salvos e ninguém se perca. Com o sacrifício de amor na Cruz, Jesus abriu o caminho para que todo homem e toda mulher possa conhecer a Deus e entrar em comunhão de amor com Ele. E constituiu uma comunidade de discípulos para levar o anúncio salvífico do Evangelho até os confins da terra, a fim de alcançar os homens e as mulheres de todos os lugares e de todos os tempos. Façamos nosso esse desejo de Deus!
Queridos amigos, estendei o olhar e vede ao vosso redor: tantos jovens perderam o sentido da sua existência. Ide! Cristo precisa de também de vós. Deixai-vos envolver pelo seu amor, sede instrumentos desse amor imenso, para que alcance a todos, especialmente aos «afastados». Alguns encontram-se geograficamente distantes, enquanto outros estão longe porque a sua cultura não dá espaço para Deus; alguns ainda não acolheram o Evangelho pessoalmente, enquanto outros, apesar de o terem recebido, vivem como se Deus não existisse. A todos abramos a porta do nosso coração; procuremos entrar em diálogo com simplicidade e respeito: este diálogo, se vivido com uma amizade verdadeira, dará seus frutos. Os «povos», aos quais somos enviados, não são apenas os outros Países do mundo, mas também os diversos âmbitos de vida: as famílias, os bairros, os ambientes de estudo ou de trabalho, os grupos de amigos e os locais de lazer. O jubiloso anúncio do Evangelho se destina a todos os âmbitos da nossa vida, sem exceção.
Gostaria de destacar dois campos, nos quais deve fazer-se ainda mais solícito o vosso empenho missionário. O primeiro é o das comunicações sociais, em particular o mundo da internet. Como tive já oportunidade de dizer-vos, queridos jovens, «senti-vos comprometidos a introduzir na cultura deste novo ambiente comunicador e informativo os valores sobre os quais assenta a vossa vida! [...] A vós, jovens, que vos encontrais quase espontaneamente em sintonia com estes novos meios de comunicação, compete de modo particular a tarefa da evangelização deste “continente digital”» (Mensagem para o XLIII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 24 de maio de 2009). Aprendei, portanto, a usar com sabedoria este meio, levando em conta também os perigos que ele traz consigo, particularmente o risco da dependência, de confundir o mundo real com o virtual, de substituir o encontro e o diálogo direto com as pessoas por contatos na rede.O segundo campo é o da mobilidade. Hoje são sempre mais numerosos os jovens que viajam, seja por motivos de estudo ou de trabalho, seja por diversão. Mas penso também em todos os movimentos migratórios, que levam milhões de pessoas, frequentemente jovens, a se transferir e mudar de Região ou País, por razões econômicas ou sociais. Também estes fenômenos podem se tornar ocasiões providenciais para a difusão do Evangelho. Queridos jovens, não tenhais medo de testemunhar a vossa fé também nesses contextos: para aqueles com quem vos deparareis, é um dom precioso a comunicação da alegria do encontro com Cristo. 
5. Fazei discípulos!
Penso que já várias vezes experimentastes a dificuldade de envolver os jovens da vossa idade na experiência da fé. Frequentemente tereis constatado que em muitos deles, especialmente em certas fases do caminho da vida, existe o desejo de conhecer a Cristo e viver os valores do Evangelho, mas tal desejo é acompanhado pela sensação de ser inadequados e incapazes. Que fazer? Em primeiro lugar, a vossa solicitude e a simplicidade do vosso testemunho serão um canal através do qual Deus poderá tocar seu coração. O anúncio de Cristo não passa somente através das palavras, mas deve envolver toda a vida e traduzir-se em gestos de amor. A ação de evangelizar nasce do amor que Cristo infundiu em nós; por isso, o nosso amor deve conformar-se sempre mais ao d’Ele. Como o bom Samaritano, devemos manter-nos solidários com quem encontramos, sabendo escutar, compreender e ajudar, para conduzir, quem procura a verdade e o sentido da vida, à casa de Deus que é a Igreja, onde há esperança e salvação (cf. Lc 10,29-37). Queridos amigos, nunca esqueçais que o primeiro ato de amor que podeis fazer ao próximo é partilhar a fonte da nossa esperança: quem não dá Deus, dá muito pouco. Aos seus apóstolos, Jesus ordena: «Fazei discípulos meus todos os povos, batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-os a observar tudo o que vos ordenei» (Mt 28,19-20). Os meios que temos para «fazer discípulos» são principalmente o Batismo e a catequese. Isto significa que devemos conduzir as pessoas que estamos evangelizando ao encontro com Cristo vivo, particularmente na sua Palavra e nos Sacramentos: assim poderão crer n’Ele, conhecerão a Deus e viverão da sua graça. Gostaria que cada um de vós se perguntasse: Alguma vez tive a coragem de propor o Batismo a jovens que ainda não o receberam? Convidei alguém a seguir um caminho de descoberta da fé cristã? Queridos amigos, não tenhais medo de propor aos jovens da vossa idade o encontro com Cristo. Invocai o Espírito Santo: Ele vos guiará para entrardes sempre mais no conhecimento e no amor de Cristo, e vos tornará criativos na transmissão do Evangelho. 
6. Firmes na fé
Diante das dificuldades na missão de evangelizar, às vezes sereis tentados a dizer como o profeta Jeremias: «Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, sou muito novo». Mas, também a vós, Deus responde: «Não digas que és muito novo; a todos a quem eu te enviar, irás» (Jr 1,6-7). Quando vos sentirdes inadequados, incapazes e frágeis para anunciar e testemunhar a fé, não tenhais medo. A evangelização não é uma iniciativa nossa nem depende primariamente dos nossos talentos, mas é uma resposta confiante e obediente à chamada de Deus, e portanto não se baseia sobre a nossa força, mas na d’Ele. Isso mesmo experimentou o apóstolo Paulo: «Trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós» (2 Cor 4,7).
Por isso convido-vos a enraizar-vos na oração e nos sacramentos. A evangelização autêntica nasce sempre da oração e é sustentada por esta: para poder falar de Deus, devemos primeiro falar com Deus. E, na oração, confiamos ao Senhor as pessoas às quais somos enviados, suplicando-Lhe que toque o seu coração; pedimos ao Espírito Santo que nos torne seus instrumentos para a salvação dessas pessoas; pedimos a Cristo que coloque as palavras nos nossos lábios e faça de nós sinais do seu amor. E, de modo mais geral, rezamos pela missão de toda a Igreja, de acordo com a ordem explícita de Jesus: «Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!» (Mt 9,38). Sabei encontrar na Eucaristia a fonte da vossa vida de fé e do vosso testemunho cristão, participando com fidelidade na Missa ao domingo e sempre que possível também durante a semana. Recorrei frequentemente ao sacramento da Reconciliação: é um encontro precioso com a misericórdia de Deus que nos acolhe, perdoa e renova os nossos corações na caridade. E, se ainda não o recebestes, não hesiteis em receber o sacramento da Confirmação ou Crisma preparando-vos com cuidado e solicitude. Junto com a Eucaristia, esse é o sacramento da missão, porque nos dá a força e o amor do Espírito Santo para professar sem medo a fé. Encorajo-vos ainda à prática da adoração eucarística: permanecer à escuta e em diálogo com Jesus presente no Santíssimo Sacramento, torna-se ponto de partida para um renovado impulso missionário.

Se seguirdes este caminho, o próprio Cristo vos dará a capacidade de ser plenamente fiéis à sua Palavra e de testemunhá-Lo com lealdade e coragem. Algumas vezes sereis chamados a dar provas de perseverança, particularmente quando a Palavra de Deus suscitar reservas ou oposições. Em certas regiões do mundo, alguns de vós sofrem por não poder testemunhar publicamente a fé em Cristo, por falta de liberdade religiosa. E há quem já tenha pagado com a vida o preço da própria pertença à Igreja. Encorajo-vos a permanecer firmes na fé, certos de que Cristo está ao vosso lado em todas as provas. Ele vos repete: «Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus» (Mt 5,11-12).
7. Com toda a Igreja
Queridos jovens, para permanecer firmes na confissão da fé cristã nos vários lugares onde sois enviados, precisais da Igreja. Ninguém pode ser testemunha do Evangelho sozinho. Jesus enviou em missão os seus discípulos juntos: o mandato «fazei discípulos» é formulado no plural. Assim, é sempre como membros da comunidade cristã que prestamos o nosso testemunho, e a nossa missão torna-se fecunda pela comunhão que vivemos na Igreja: seremos reconhecidos como discípulos de Cristo pela unidade e o amor que tivermos uns com os outros (cf. Jo 13,35). Agradeço ao Senhor pela preciosa obra de evangelização que realizam as nossas comunidades cristãs, as nossas paróquias, os nossos movimentos eclesiais. Os frutos desta evangelização pertencem a toda a Igreja: «um é o que semeia e outro o que colhe», dizia Jesus (Jo 4,37).
A propósito, não posso deixar de dar graças pelo grande dom dos missionários, que dedicam toda a sua vida ao anúncio do Evangelho até os confins da terra. Do mesmo modo bendigo o Senhor pelos sacerdotes e os consagrados, que ofertam inteiramente as suas vidas para que Jesus Cristo seja anunciado e amado. Desejo aqui encorajar os jovens chamados por Deus a alguma dessas vocações, para que se comprometam com entusiasmo: «Há mais alegria em dar do que em receber!» (At 20,35). Àqueles que deixam tudo para segui-Lo, Jesus prometeu o cêntuplo e a vida eterna (cf. Mt 19,29).
Dou graças também por todos os fiéis leigos que se empenham por viver o seu dia-a-dia como missão, nos diversos lugares onde se encontram, tanto em família como no trabalho, para que Cristo seja amado e cresça o Reino de Deus. Penso particularmente em quantos atuam no campo da educação, da saúde, do mundo empresarial, da política e da economia, e em tantos outros âmbitos do apostolado dos leigos. Cristo precisa do vosso empenho e do vosso testemunho. Que nada – nem as dificuldades, nem as incompreensões – vos faça renunciar a levar o Evangelho de Cristo aos lugares onde vos encontrais: cada um de vós é precioso no grande mosaico da evangelização!
8. «Aqui estou, Senhor!»
Em suma, queridos jovens, queria vos convidar a escutar no íntimo de vós mesmos a chamada de Jesus para anunciar o seu Evangelho. Como mostra a grande estátua do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, o seu coração está aberto para amar a todos sem distinção, e seus braços estendidos para alcançar a cada um. Sede vós o coração e os braços de Jesus. Ide testemunhar o seu amor, sede os novos missionários animados pelo seu amor e acolhimento. Segui o exemplo dos grandes missionários da Igreja, como São Francisco Xavier e muitos outros.
No final da Jornada Mundial da Juventude em Madrid, dei a bênção a alguns jovens de diferentes continentes que partiam em missão. Representavam a multidão de jovens que, fazendo eco às palavras do profeta Isaías, diziam ao Senhor: «Aqui estou! Envia-me» (Is 6,8). A Igreja tem confiança em vós e vos está profundamente grata pela alegria e o dinamismo que trazeis: usai os vossos talentos generosamente ao serviço do anúncio do Evangelho. Sabemos que o Espírito Santo se dá a quantos, com humildade de coração, se tornam disponíveis para tal anúncio. E não tenhais medo! Jesus, Salvador do mundo, está conosco todos os dias, até o fim dos tempos (cf. Mt 28,20).
Dirigido aos jovens de toda a terra, este apelo assume uma importância particular para vós, queridos jovens da América Latina. De fato, na V Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano, realizada em Aparecida, no ano de 2007, os bispos lançaram uma «missão continental». E os jovens, que constituem a maioria da população naquele continente, representam uma força importante e preciosa para a Igreja e para a sociedade. Por isso sede vós os primeiros missionários. Agora que a Jornada Mundial da Juventude retorna à América Latina, exorto todos os jovens do continente: transmiti aos vossos coetâneos do mundo inteiro o entusiasmo da vossa fé.
A Virgem Maria, Estrela da Nova Evangelização, também invocada sob os títulos de Nossa Senhora Aparecida e Nossa Senhora de Guadalupe, acompanhe cada um de vós em vossa missão de testemunhas do amor de Deus. A todos, com especial carinho, concedo a minha Bênção Apostólica.
Vaticano, 18 de outubro de 2012.

4 de novembro de 2012

7ª encontro da Ação Missionária da Fraternidade das Chagas 27 de Outubro de 2012


Paz e Bem!
“Meu Deus e meu tudo !”

Realizamos mais um encontro da Ação Missionária , esta proposta foi assumida com a fraternidade como gesto missionário, vamos visitar os irmãos e as irmãs de nossa fraternidade . Neste Sábado fomos a casa da Irma Aparecida de Guadalupe que mora no Tatuapé. Como irmãos nos encontramos e iniciamos cantando “ Me chamaste para caminhar na vida contigo...”. Rezamos com a festa de nosso pai São Francisco e celebramos o aniversario da Irma Guadalupe que também foi neste mês.




“Altissimo , glorioso Deus iluminai as trevas do meu coração , daí –me uma fé reta, uma esperança certa e caridade perfeita, sensibilidade e conhecimento, senhor, a fim de que eu cumpra o vosso e veraz mandamento ” 
Aproveitamos este momento de celebração para iluminados pela palavra de Deus ( Mc 10,46-52) refletir parte da carta apostólica PORTA FIDEI do sumo Portifice Bento XVI com a qual se proclama o ano da Fé . Um momento rico e alegre para nossa fraternidade. Nosso pai São Francisco continua como verdadeiro missionário em busca da paz e da verdadeira fraternidade. Neste dia rezamos também pelos jovens da jufra e pelo dia nacional da Juventude. Concluímos nossa oração com a oração a Maria nossa mãe. “Pela fé, Maria acolheu a palavra do Anjo e acreditou no anuncio de que seria Mãe de Deus na obediência da sua dedicação (Lc1,38)”.

Agradecemos a Deus pelo momento fraterno e alegre que passamos juntos , e pela recepção da Irma Guadalupe que nos recebeu em sua casa. São Francisco esteja sempre nos abençoando como fraternidade e Irmaos nesta grande Igreja da cidade de São Paulo. 

Por Romário Freitas


29 de outubro de 2012

LANÇAMENTO: CARTILHA DA 3ª JORNADA FRANCISCANA NACIONAL PELOS DIREITOS HUMANOS




Baixe AQUI a Cartilha e prepare sua Fraternidade para as ações da 3ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos!

Este subsídio pretende ajudar as Fraternidades Locais de todos os Regionais da JUFRA do Brasil a se prepararem para a realização das ações da 3ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos. Com o método VER-JULGAR-AGIR, o subsídio oferece três encontros sobre: 1) “Estado: Para quê e para quem?” 2) “Saúde é Direito: A Vida em primeiro lugar!” e 3) “Ecologia: Por Justiça Socioambiental!”; e uma Celebração “O Reino de Deus floresce onde o Bem-Viver acontece!”.

Aqui também você pode conferir subsídios anexos para auxiliar no trabalho da Jornada, bem como documentos importantes para a continuidade dos processos que a JUFRA está envolvida, contatos dos Regionais e do Secretariado Nacional, músicas, vídeos, etc.

Vale salientar que a Jornada é Nacional, mas as ações são LOCAIS. Ou seja, a Jornada só acontece se sua Fraternidade também participar! Então, não se acanhe, em novembro junte sua Fraternidade, promova os encontros e a celebração, e planejem quais ações vocês irão realizar na semana da Jornada, de 01 a 10 de dezembro. Poderão também convidar outros grupos, entidades, Pastorais, Comunidades para participar das ações da Fraternidade Local, para envolver mais e mais pessoas nesta construção coletiva.

É bom registrar as ações, com fotos e textos, e enviar ao Secretariado Regional e Nacional para publicar nos meios disponíveis de divulgação e para registro da 3ª Jornada nos arquivos da JUFRA, como memória para as próximas gerações.

A Jornada está só começando! Bom trabalho, pé na estrada e mão na massa!

Lançado Cartaz da 3ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos

3ª JORNADA FRANCISCANA NACIONAL PELOS DIREITOS HUMANOS
DE 01 À 10 DE DEZEMBRO DE 2012
TEMA: "ESTADO, SAÚDE E ECOLOGIA" - LEMA: "JUVENTUDE FRANCISCANA NA CONSTRUÇÃO DA SOCIEDADE DO BEM VIVER"





Explicação do Cartaz:


No mapa do Brasil, fotografias dos jovens de várias fraternidades da Juventude Franciscana marcando presença nos mais diversos locais do território nacional, com suas ações de intervenção no meio social, sobretudo com a Campanha da Fraternidade, a Cúpula dos Povos, o Grito dos/as Excluídos/as, o SINFRAJUPE, a Campanha Não à Economia Verde e a Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos.

Junto aos jufristas, Francisco de Assis, pobre, jovem e alegre, pintado por Francisco Daniel, do Movimento de Artistas da Caminhada-MARCA, também dá sua contribuição nesta construção do outro mundo possível, urgente e necessário, e sustenta com os jovens o globo presente nos Fóruns Sociais Mundiais e na Cúpula dos Povos na Rio+20.

O título “3ª Jornada Franciscana Nacional pelos Direitos Humanos”, o tema: “Estado, Saúde e Ecologia” e o lema: “Juventude Franciscana na construção da sociedade do Bem-Viver”, nas cores verde e amarelo, remetem ao simbolismo do Brasil, país onde a JUFRA realiza a Jornada pelos Direitos Humanos e onde exerce sua missão.

Ao fundo, a imagem da parede construída com tijolos firmes, lembra essa construção que a JUFRA se propõe a participar, na luta por justiça socioambiental, e recorda que cada ação é importante para somar nesse processo participativo e inclusivo.

A logomarca da Juventude Franciscana do Brasil se junta à do Serviço Inter-Franciscano de Justiça, Paz e Ecologia e à da 5ª Semana Social Brasileira, parceiros na luta, solidários na causa, construindo o Bem-Viver.

11 de outubro de 2012

DNJ 2012 Qual vida vale a pena ser vivida?‏


Qual vida você quer ter?
Qual vida vale a pena ser vivida?

"Para que uma vida realmente tenha sentido, seja produtiva, colabore com a melhoria da humanidade e 
proporcione felicidade, ela precisa ter base segura e uma construção firme.
Para nós cristãos, a rocha firme é Jesus Cristo e seu Evangelho.
Para construção dessa vida é preciso estar motivado para o empenho que exige, entre outras coisas
atenção, estudo, oração, liberdade, opções e renúncias"


9 de outubro de 2012

Explicação da Logo dos Franciscanos na Jornada Mundial da Juventude - Rio 2013



EXPLICAÇÃO DA LOGO
O traçado na cor marrom representa o Pão de Açúcar, ponto turístico conhecido mundialmente, e faz alusão à cidade do Rio de Janeiro, sede da JMJ. Junto à forma do Pão de Açúcar, um traçado oval, também na cor marrom, forma a silhueta de São Francisco, o inspirador do movimento franciscano. A imagem de São Francisco se completa com o sol representado logo acima de sua cabeça, simbolizando a sincera santidade e a afinidade de Francisco com as criaturas de Deus. A cruz, em amarelo, remete à JMJ. A pomba, na cor azul, como se estivesse saindo da mão de Francisco, simboliza a missão de todos os que anunciam o Evangelho, como anunciadores da “Paz e do Bem”.

FUNDAMENTAÇÃO BÍBLICA E FRANCISCANA
O envio apostólico “Ide e fazei discípulos entre todas as nações” (Mt 28, 19), que inspira a Jornada Mundial da Juventude, só é se concretiza a partir de uma real experiência de Deus. Desejoso em seguir o Mestre, o discípulo deve “embriagar-se de amor divino para depois levar ao mundo esse grande vinho da alegria”. E não há dúvida de que, entre tantos santos e santas, Francisco de Assis aponta um caminho inspirador para a experiência concreta do encontro com o Senhor. Francisco sente-se enviado e também envia seus irmãos como mensageiros da paz.

No seu Testamento, chega a dizer: “Como saudação, revelou-me o Senhor que disséssemos: ‘O Senhor te dê a paz’” (Test 23). É saudação missão. “Enviou dois a dois com a incumbência de anunciarem a paz: ‘Ide, queridos irmãos, ide dois a dois ao mundo e anunciai ao homem a paz’” (1Cel 29). Essa saudação, mais adiante, foi condensada na forma “Paz e Bem”, tão difundida até os dias de hoje. O ideal franciscano não é patrimônio exclusivo dos seguidores diretos do Santo de Assis, mas diz respeito a todos que reconhecem em São Francisco uma inspiração para vida do discípulo de Cristo. O discípulo missionário que toma para si como inspiração o carisma franciscano compromete-se existencialmente a encarnar, a tornar viva e eficaz a Paz de Cristo anunciada e vivida por Francisco.

USO DA LOGOMARCA
A logomarca Franciscanos na JMJ é de uso livre e irrestrito. Pode ser reproduzida em quaisquer meios de comunicação e divulgada em todas as mídias. Podem ser ainda produzidos materiais promocionais e de divulgação, como camisas, bonés, chaveiros etc. A única exigência é que seja respeitado o projeto original.

http://jmjfranciscanos.com/#!/

Transitus de São Francisco - 03 de outubro de 2012



Na noite do dia 03 de outubro na Igreja São Francisco de Assis na Vila Clementino, os jovens da Juventude Franciscana - JUFRA das Chagas junto com jovens da paróquia e alguns vocacionados da OFM, encenaram o trânsito de São Francisco - a passagem da morte corporal para a vida eterna desse homem de Assis. 




















JUFRA das Chagas, Jovens da Paróquia e Vocacionados OFM


25 de setembro de 2012

Fraternidade das Chagas presente na 31ª Jornada Franciscana


Aconteceu no último dia 23/09/12 no Colégio Nossa Senhora Aparecida em Moema, a 31ª Jornada Franciscana. Esse encontro reúne os religiosos, seculares (OFS) e simpatizantes de São Francisco.  Começamos com a liturgia Eucarística presidida pelo Frei José Antonio Cruz Duarte, OFM, presidente da FFB-SP que na homilia fez-nos meditar nos passos do seguimento a Jesus e de como abraçar o Reino de justiça, de serviço, de desapego para encontrar-se com Jesus pobre, casto e obediente.

A reflexão do Tema: Santa Clara de Assis e de hoje – Caminho de unidade num olhar feminino, foi tratado de maneira, simples, objetivo e apaixonante pela Irmã Sônia Lunardelli, TC.
Ela falou-nos do amor apaixonado de Clara e Francisco por Jesus pobre; pelos pobres e um pelo outro.  Na dimensão contemplativa; na pobreza e na comunhão de vida em fraternidade.

O Senhor me deu irmãos...!



Nas relações transparentes, no amor, no acolhimento, no perdão, nas qualidades de cada um, no serviço e na comunhão de vida.

Devemos ser mais dóceis; mais bondade, mais tolerância para gerar vínculos da paz e comunhão. E seremos assim uma nova comunidade reunida ao redor de Jesus.

A formação é muito importante. Ela deve formar-nos para formar e viver em fidelidade criativa.

A caminhada jamais termina. Ter o olhar positivo para que a formação seja com qualidade para as pessoas, levando-nos à conversão de vida. Ter o cuidado de dar um passo de cada vez respeitando os limites de cada um.
  •  Que imagens nossas fraternidades oferecem para as pessoas do mundo de fora?
  • Que mudanças efetivas oferecemos aos que sofrem?


Devemos passar de uma vida comum para uma vida em FRATERNIDADE!
Irmãos e Irmãs, pensemos aqui nesses pontos, em nossas fraternidades OFS e Jufra das Chagas!



Deus seja louvado pelo Encontro dos Irmãos!

Por Maria Nascimento - Ministra OFS das Chagas

21 de setembro de 2012

Mensagem da CNBB sobre as eleições municipais de 2012



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunida em sua 50ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, de 18 a 26 de abril de 2012, saúda a população brasileira, em sintonia com os importantes  acontecimentos que marcam o país neste ano, especialmente as eleições municipais no próximo mês de outubro. Expressão de participação democrática, as eleições motivam-nos a dizer uma palavra que ilumine e ajude nossas comunidades eclesiais e todos os eleitores, chamados a exercerem um de seus mais expressivos deveres de cidadão, que é o voto livre e consciente.

Inspira-nos a palavra do papa Bento XVI ao afirmar que a sociedade justa, sonhada por todos, “deve ser realizada pela política” e que a Igreja “não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça” (Deus Caritas Est 28). Para o cristão, participar do processo político-eleitoral, impulsionado pela fé, é tornar presente a ação do Espírito, que aponta o caminho a partir dos sinais dos tempos e inspira os que se comprometem com a construção da justiça e da paz.

As eleições municipais têm uma característica própria em relação às demais por colocar em disputa os projetos que discutem sobre os problemas mais próximos do povo: educação, saúde, segurança, trabalho, transporte, moradia, ecologia, lazer. Trata-se de um processo eleitoral com maior participação da população porque os candidatos são mais visíveis no cotidiano da vida dos eleitores. A sua importância é proporcional ao poder que a Constituição de 1988 assegura aos municípios na execução das políticas públicas.

Nos municípios, manifestam-se também as crises que o mundo atravessa, incluindo a própria democracia. Isso torna ainda mais importante a missão de votar bem, ficando claro para o eleitor que seu voto, embora seja gesto pessoal e intransferível, tem conseqüências para a vida do povo e para o futuro do País. As eleições são, portanto, momento propício para que se invista, coletivamente, na construção da cidadania, solidificando a cultura da participação e os valores que definem o perfil ideal dos candidatos. Estes devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendados pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitos, em contínuo diálogo entre o poder local e suas comunidades.

Ajudam-nos nesta tarefa instrumentos como as Leis de iniciativa popular 9.840/1999, contra a corrupção eleitoral e a compra de votos, e 135/2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa, cuja constitucionalidade foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal. Aos eleitores cabe ficarem de olhos abertos para a ficha dos candidatos e espera-se da sociedade a mobilização, como já ocorre em vários lugares, explicitando a necessidade de a “Ficha Limpa” ser aplicada também aos cargos comissionados para maior consolidação da democracia. Desta forma, dá-se importante passo para colocar fim à corrupção, que ainda envergonha o nosso país.

O exercício da cidadania, no entanto, não se esgota no voto. É dever, especialmente de quem vota, a corresponsabilidade na gestação de uma nova civilização, fundamentada na defesa incondicional da vida, desde a fecundação até a morte natural; na promoção do desenvolvimento sustentável, possibilitando a justiça social e a preservação do planeta.

A educação para a cidadania é processo permanente. Para ela contribuem as Escolas e Grupos de Fé e Política que se multiplicam pelas dioceses do Brasil, além das variadas publicações de conscientização política. Entre estas, recordamos o Documento 91 da CNBB – Por uma Reforma do Estado com Participação Democrática e a Cartilha Eleições Municipais 2012: Cidadania para a Democracia, elaborada por organismos da CNBB. Exortamos nossas comunidades e lideranças a lançarem mão destes valiosos instrumentos, a fim de que participem conscientemente das eleições e assegurem a unidade em meio às diferenças próprias do sistema democrático. Merecem nosso apoio e incentivo, ainda, campanhas como a que estimula os jovens a exercerem responsavelmente seu direito de votar já a partir dos 16 anos.

Para o cristão, participar da vida política do município e do país é viver o mandamento da caridade como real serviço aos irmãos, conforme disse o Papa Paulo VI: “A política é uma maneira exigente de viver o compromisso cristão ao serviço dos outros” (Octogesima Adveniens, 46). Só assim, seremos “fermento que leveda toda a massa” (Gl 5,9).

Que Nossa Senhora Aparecida abençoe o povo brasileiro e ilumine candidatos e eleitores no exigente caminho da verdadeira política.

Aparecida-SP, 21 de abril de 2012.

Raymundo Cardeal Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão – MA
Vice-presidente da CNBB

Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília – DF
Secretário Geral da CNBB

Fonte: Jornal Santuário de Aparecida

14 de setembro de 2012

Fraternidade das Chagas presente no Grito dos Excluídos 2012 - SP

Em sintonia com o 18° Grito dos Excluídos realizado em todo Brasil e 16° realizado em São Paulo no dia 7 de setembro de 2012 a fraternidade Jufra das Chagas esteve presente no evento que começou as 8h com a Santa Missa na Catedral da Sé e em seguida participaram da apresentação cultural realizada pelos indígenas Pankararus e da encenação da equipe mística do Grito que mostrou várias injustiças sociais, como a falta de moradia e como o Estado atua, excluindo as pessoas mais necessitadas e favorecendo por interesses a outros grupos.





Dando continuidade prosseguimos em caminhada em direção ao Parque da Independência junto com os movimentos e representações sindicais e populares. Durante a caminhada os representantes dos grupos puderam manifestar-se e os jovens da Jufra gritaram por Justiça Social e Ambiental e em defesa da garantia dos direitos sociais, gritando por atenção especial ao crescimento da população dos irmãos moradores de rua. 

"Todos temos direitos a moradia, a saúde, ao transporte público de qualidade, a alimentação, a vida. O Estado que queremos ter precisa estar a serviço da nação e da população".

"As pessoas passam e vêem os irmãos amontoados morando na rua, mas onde estão os direitos?".

"Não podemos nos calar diante de tanta exploração dos recursos naturais e da cultura do consumismo, sendo mascarado com a tal estória de economia verde".



A fraternidade reuniu-se também num encontro anterior em preparo a participação do Grito dos Excluídos, realizando uma formação sobre o tema e como é importante a conscientização e atuação da juventude franciscana.


Maria Aparecida Brito, ofs/jufra
Subsecretária Local Formação e DHJUPIC
Jufra das Chagas

8 de setembro de 2012

Retiro Anual da Fraternidade das Chagas 01 de Setembro 2012


Fraternidade das Chagas


Neste sábado 01 de Setembro de 2012, aconteceu no subsolo de prédio Frei Galvão o nosso retiro anual. Todos os irmãos e irmas da Fraternidade das chagas da Ordem Franciscana Secular, foram convidados a rezar. O Tema:” Franciscanos Seculares: Para um Laicato Maduro e Significativo” . O Retiro Foi pregado pela Irma Edna Simões – OFS. Nossa ir. Edna iniciou com a Oração da Fraternidade fazendo um diálogo introdutório da vida em fraternidade . A oração deve ser compreendida e inserida na vocação integral do ser humano, pois ela aparece como continua procura dessa vocação, uma constante resposta a ela e como sua realização mais perfeita neste mundo. A vocação integral do homem é ser “ Santo e irrepreensível diante de Deus “ e Servir a celebração de sua gloria “ ( Ef 1,3-14).

Somos convidados a servir em oração vivendo o evangelho de Jesus . “ Assim como Jesus foi o verdadeiro adorador do Pai, façam da oração e da contemplação a alma do próprio ser e do próprio agir...”. ( regra 8 )


Cantamos e rezamos nesse dia tão especial para nossa fraternidade. Um momento muito forte foi o ato penitencial onde queimamos toda magoa que sentimos na vida fraterna. Este momento foi de valorizar e rezar a perfeita alegria.





Rezamos também com as lembranças e acontecimentos que marcaram nossa vida em fraternidade. Montamos um mural de fotos e partilhamos as nossas experiências da vida em fraternidade





E concluímos com a Santa missa rezando também pelo dia do assistente espiritual . nosso querido Frei Agostinho esteve para presidir a eucaristia e deixar a sua mensagem que sempre nos fortalece a luz do evangelho. “ Colocar em pratica a palavra semeada” ( Mc 7,1-8.14-15.21-23).





Vendo Jesus sempre a rezar , um dia os discípulos pediram :” Senhor, ensina-nos a rezar “ ( Lc11,1). E Jesus ensinou pelo seu exemplo, parábolas e por formulas, como o Pai Nosso. Pelo Evangelho sabemos que a oração é “toda – poderosa “, é grande força que esta a nossa disposição, capaz de transportar montanhas ( Mt 17,20). Tudo o que pedirdes ao meu Pai em meu nome , eu o farei....( Jo16,23). Agradecemos a Deus , a nossa ministra Maria do Nascimento , a irma Edna e a todos os irmãos que se esforçaram para que este retiro acontecesse na nossa fraternidade e na nossa vida de Franciscanos Seculares. Paz e Bem !!!!