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21 de setembro de 2012

Mensagem da CNBB sobre as eleições municipais de 2012



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), reunida em sua 50ª Assembleia Geral, em Aparecida-SP, de 18 a 26 de abril de 2012, saúda a população brasileira, em sintonia com os importantes  acontecimentos que marcam o país neste ano, especialmente as eleições municipais no próximo mês de outubro. Expressão de participação democrática, as eleições motivam-nos a dizer uma palavra que ilumine e ajude nossas comunidades eclesiais e todos os eleitores, chamados a exercerem um de seus mais expressivos deveres de cidadão, que é o voto livre e consciente.

Inspira-nos a palavra do papa Bento XVI ao afirmar que a sociedade justa, sonhada por todos, “deve ser realizada pela política” e que a Igreja “não pode nem deve ficar à margem na luta pela justiça” (Deus Caritas Est 28). Para o cristão, participar do processo político-eleitoral, impulsionado pela fé, é tornar presente a ação do Espírito, que aponta o caminho a partir dos sinais dos tempos e inspira os que se comprometem com a construção da justiça e da paz.

As eleições municipais têm uma característica própria em relação às demais por colocar em disputa os projetos que discutem sobre os problemas mais próximos do povo: educação, saúde, segurança, trabalho, transporte, moradia, ecologia, lazer. Trata-se de um processo eleitoral com maior participação da população porque os candidatos são mais visíveis no cotidiano da vida dos eleitores. A sua importância é proporcional ao poder que a Constituição de 1988 assegura aos municípios na execução das políticas públicas.

Nos municípios, manifestam-se também as crises que o mundo atravessa, incluindo a própria democracia. Isso torna ainda mais importante a missão de votar bem, ficando claro para o eleitor que seu voto, embora seja gesto pessoal e intransferível, tem conseqüências para a vida do povo e para o futuro do País. As eleições são, portanto, momento propício para que se invista, coletivamente, na construção da cidadania, solidificando a cultura da participação e os valores que definem o perfil ideal dos candidatos. Estes devem ter seu histórico de coerência de vida e discurso político referendados pela honestidade, competência, transparência e vontade de servir ao bem comum. Os valores éticos devem ser o farol a orientar os eleitos, em contínuo diálogo entre o poder local e suas comunidades.

Ajudam-nos nesta tarefa instrumentos como as Leis de iniciativa popular 9.840/1999, contra a corrupção eleitoral e a compra de votos, e 135/2010, conhecida como Lei da Ficha Limpa, cuja constitucionalidade foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal. Aos eleitores cabe ficarem de olhos abertos para a ficha dos candidatos e espera-se da sociedade a mobilização, como já ocorre em vários lugares, explicitando a necessidade de a “Ficha Limpa” ser aplicada também aos cargos comissionados para maior consolidação da democracia. Desta forma, dá-se importante passo para colocar fim à corrupção, que ainda envergonha o nosso país.

O exercício da cidadania, no entanto, não se esgota no voto. É dever, especialmente de quem vota, a corresponsabilidade na gestação de uma nova civilização, fundamentada na defesa incondicional da vida, desde a fecundação até a morte natural; na promoção do desenvolvimento sustentável, possibilitando a justiça social e a preservação do planeta.

A educação para a cidadania é processo permanente. Para ela contribuem as Escolas e Grupos de Fé e Política que se multiplicam pelas dioceses do Brasil, além das variadas publicações de conscientização política. Entre estas, recordamos o Documento 91 da CNBB – Por uma Reforma do Estado com Participação Democrática e a Cartilha Eleições Municipais 2012: Cidadania para a Democracia, elaborada por organismos da CNBB. Exortamos nossas comunidades e lideranças a lançarem mão destes valiosos instrumentos, a fim de que participem conscientemente das eleições e assegurem a unidade em meio às diferenças próprias do sistema democrático. Merecem nosso apoio e incentivo, ainda, campanhas como a que estimula os jovens a exercerem responsavelmente seu direito de votar já a partir dos 16 anos.

Para o cristão, participar da vida política do município e do país é viver o mandamento da caridade como real serviço aos irmãos, conforme disse o Papa Paulo VI: “A política é uma maneira exigente de viver o compromisso cristão ao serviço dos outros” (Octogesima Adveniens, 46). Só assim, seremos “fermento que leveda toda a massa” (Gl 5,9).

Que Nossa Senhora Aparecida abençoe o povo brasileiro e ilumine candidatos e eleitores no exigente caminho da verdadeira política.

Aparecida-SP, 21 de abril de 2012.

Raymundo Cardeal Damasceno Assis
Arcebispo de Aparecida
Presidente da CNBB

Dom José Belisário da Silva
Arcebispo de São Luís do Maranhão – MA
Vice-presidente da CNBB

Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília – DF
Secretário Geral da CNBB

Fonte: Jornal Santuário de Aparecida

31 de julho de 2012

“Eis o que eu quero, eis o que procuro; é isso que desejo fazer do mais profundo do meu coração”



No dia 15 de julho de 2012 ocorreu a Visita Fraterna e Capítulo Eletivo da fraternidade JUFRA das CHAGAS do Seráfico Pai São Francisco – SP, presidida pelo irmão Douglas Nascimento da fraternidade JUFRA VALONGO – Santos, Secretário Regional da JUFRA de SP. Esteve presente também, frei Alexandre Patucci – ofm Conv, Assistente Espiritual Regional.

Fraternidade JUFRA das Chagas
 
O irmão visitador iniciou falando sobre o tema e o lema escolhido para este momento: “Não perca de vista seu ponto de partida” Eis o que eu quero, eis o que procuro; é isso que desejo fazer do mais profundo do meu coração” (Cf, 1Cel X,22). Enfatizando a vivencia em fraternidade e a necessidade de conhecer cada irmão, colocando-se sempre a serviço. Lembrando que viver em fraternidade não é estar junto somente nos encontros e sim no dia a dia, conforme a possibilidade, partilhando tanto os momentos bons quantos os momentos de dificuldades.

Logo após, a fraternidade realizou-se a avaliação do secretariado e em seguida iniciou-se a eleição do novo Secretariado Fraterno.

Foram eleitos para o período de 1 ano (2012-2013) os irmãos:

Secretariado Fraterno Local eleito
Palloma, Maria Aparecida,Fernanda,Maheus, Daniela e Rafael

Fernanda Monalisa Bastos  – Secretária Fraterna Local
Maria Aparecida Pereira Brito– Sub. Formação / DHJUPIC
Rafael Barbosa – Sub. Infância, Micro, Mini Franciscanos
Matheus Machado – Sub. Finanças
Palloma Santos – Sub. Escrituração e Arquivo / Comunicação Social
Daniela Sabino de Oliveira – Sub. Ação Evangelizadora

Que o Espirito Santo ilumine este novo secretariado e que São Francisco, Santa Clara e Santa Rosa de Viterbo intercedam junto a Deus por esta Fraternidade!


Palloma Santos  
Sub. Escrituração e Arquivo e Comunicação Social 
JUFRA das Chagas - SP 

20 de julho de 2011

Visita Fraterna e Capítulo Eletivo JUFRA das CHAGAS - 2011


Fraternidade JUFRA das Chagas

No dia 17 de julho de 2011 houve a Visita Fraterna e Assembléia Eletiva da Fraternidade JUFRA das CHAGAS do Seráfico Pai São Francisco da Cidade de São Paulo, presidida pelo irmão Mateus Agostini Garcia, subsecretário do distrito III do Regional da JUFRA de SP.

A visita deu-se início com o mesmo tema da Jornada Mundial da Juventude 2011 – “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na Fé”. Irmão Mateus, relacionou a fé concreta que Francisco em seu tempo testemunhou. Comentando sobre nossa fraternidade - jovens nessa grande cidade de São Paulo, no nosso cotidiano, sendo edificados no evangelho de Jesus Cristo.
Logo após foi feita a avaliação do secretariado, o qual apresentou seus relatórios contendo as melhorias ocorridas durante o período de 1 ano. Destacando-se o momento de renovação da fraternidade e a formação bem participativa e distribuida, além de ressaltar a realização das atividades em encontros, apresentações liturgicas e festas.
Depois de realizada a avaliação, iniciou-se a eleição do novo Secretariado Fraterno.
Foram eleitos para o período de 1 ano (2011-2012) os(a) irmão(a):

Secretariado Fraterno Local eleito
Daniela, Rafael, Mateus, Paula, Fernanda e Palloma

Paula Pereira Brito – Secretária Fraterna Local
Daniela Sabino de Oliveira – Sub. Formação / DHJUPIC
Fernanda Monalisa Bastos – Sub. Infância, Micro, Mini Franciscanos
Rafael Barbosa – Sub. Finanças
Palloma Suellem da Silva Santos – Sub. Escrituração e Arquivo / Comunicação Social
Matheus Machado – Sub. Ação Evangelizadora


Que o Espírito Santo conduza e ilumine os trabalhos desse novo secretariado, objetivando o crescimento da fraternidade e a vivência do carisma jovem franciscano.

"Ao mundo cabe a nós salva-lo ou perdemo-nos com ele"

PAZ e BEM!!


CLIQUE NO ALBUM DE FOTOS

19 de outubro de 2010

CONSCIENTIZAÇÃO POLÍTICA



Regional Sul 1 emite nota
de esclarecimento sobre as eleições

Neste sábado, 16, o Regional Sul1 da CNBB (que compreende todo o Estado de São Paulo) emitiu uma declaração assinada pelo presidente, dom Nelson Westrupp, bispo de Santo André, em que manifesta que o episcopado católico paulista "desaprova a instrumentalização de suas Declarações e Notas e enfatiza que não patrocina a impressão e a difusão de folhetos a favor ou contra candidatos". A declaração também recomenda a análise serena e objetiva das propostas dos candidatos.


Leia a íntegra da declaração:


Declaração sobre as Eleições


Os bispos católicos do Regional Sul 1 da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), do Estado de São Paulo, em sintonia com a DECLARAÇÃO SOBRE O MOMENTO POLITICO NACIONAL, da 48ª Assembleia Geral da Conferência (Brasília, maio de 2010), esclarecem que não indicam nem vetam candidatos ou partidos e respeitam a decisão livre e autônoma de cada eleitor.


O Regional Sul 1 da CNBB desaprova a instrumentalização de suas Declarações e Notas e enfatiza que não patrocina a impressão e a difusão de folhetos a favor ou contra candidatos.


Reafirma, outrossim, as orientações quanto a critérios e princípios gerais a serem levados em conta no discernimento sobre o momento político, já oferecidos pela 73ª Assembleia Geral do Regional Sul 1 (Aparecida, junho de 2010), expressos na Nota VOTAR BEM.


Recomenda, enfim, a análise serena e objetiva das propostas de partidos e candidatos, para que as eleições consolidem o processo democrático, o pleno respeito aos direitos humanos, a justiça social, a solidariedade e a paz entre todos os brasileiros.




Indaiatuba (Itaici), SP, 16 de outubro de 2010.


Dom Nelson Westrupp
Presidente do Conselho Episcopal Regional Sul 1
E Bispos do Regional Sul 1


Fonte: Arquidiocese de São Paulo






O direito à vida é o primeiro dos direitos naturais, é um dos direitos supra-estatais (como ensinava o eminente jurista Pontes de Miranda – Comentários à Constituição de 1946, 3ª ed., Tomo IV, pg. 242-243: “não existem conforme os cria ou regula a lei; existem a despeito das leis que os pretendem modificar ou conceituar. Não resultam das leis, precedem-nas; não têm o conteúdo que elas lhes dão, recebem-no do direito das gentes”), porque diz respeito à própria natureza humana e daí o seu caráter inviolável, intemporal e universal (cf. Manoel Gonçalves Filho, Comentários à Constituição Brasileira de 1988, Saraiva 1990, vol. I, p. 23).


Direito originário, condicionante dos demais direitos da personalidade – direito fundamental absoluto – o direito à vida é um direito-matriz, explicitamente mencionado no artigo 5º da Constituição Brasileira de 1988 (“à inviolabilidade do direito à vida” é gratuito ‘petreamente’, isto é, qualquer ação contra a vida, toda medida que permite interrompê-la em seu desenvolvimento intra-uterino ou em qualquer fase da existência, seja qual for a justificação, é, inequivocamente, inconstitucional e anticonstitucional e, portanto, um ato de lesa-sociedade).

Convém considerar que desde a Proclamação da República em 15 de novembro de 1889, o caráter laical do Estado Brasileiro marcou profundamente a legislação do país, e nas Constituições de 1891, 1934, 1937, 1946, 1967 e 1988, tutelaram, e atualmente continua tutelando, os direitos humanos fundamentais: “à liberdade, à segurança individual e à propriedade” (Constituições de 1891, 1934, 1937), “à inviolabilidade dos direitos concernentes à vida, à liberdade, à segurança e à propriedade” (Constituições de 1946, art. 141 e de 1967, art. 150), “à inviolabilidade do direito à vida” (Constituição de 1988, art. 5º).

Certamente esse Estado brasileiro laical, desvinculado logicamente da religião, mas respeitando todas as crenças existentes no Brasil, não se inspirou em princípios e em sentimentos religiosos ao redigir esses artigos que assegura constitucionalmente os direitos fundamentais dos seus cidadãos e certamente fundamentaram-se somente na dignidade da pessoa humana e não apenas na fé religiosa.

A ordem jurídica, repetindo, – não só a religiosa – é quem socialmente exige o respeito e a proteção ao bem supremo da pessoa, que é a vida humana em todas as fases de suas manifestações. Reconhece assim que a vida humana jamais é uma concessão jurídico-estatal e, inclusive, o direito a ela transcende ao direito da pessoa sobre si mesma, mas é um direito natural anterior à constituição do Estado e da própria sociedade.

A pessoa humana não vive só para si, mas também, para a sociedade, e para o bem do Estado, já que ela não só é portadora de humanidade, mas é patrimônio da humanidade.

Nelson Hungria, conhecido e afamado jurista brasileiro, afirmava que quem pratica o aborto não opera ‘in materiam’, mas atua contra um ser humano na ante-sala da vida civil, o que acaba acarretando com esse ato homicida numa civilização da violência e da morte.

O titular da vida humana é unicamente a própria pessoa, que desde a sua concepção tem seus direitos garantidos (conforme o artigo 2º do Código Civil Brasileiro de 2002, o artigo 41 da Convenção Americana sobre Direitos Humanos e o preâmbulo da Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança), e tem personalidade jurídica formal, desde seu momento inicial na fecundação, embora adquira só com o nascimento a sua personalidade jurídica material.

Ainda que não nascida tem capacidade de direito, não de exercício, devendo aos pais ou o curador zelar pelos interesses como são amparados pelo sistema jurídico brasileiro.

Não é válido portanto o argumento de que cabe à mulher o direito absoluto de dispor livremente da sua saúde reprodutiva, pois uma vez que há uma vida semelhante à sua no seu útero e em desenvolvimento, esse caráter absoluto deixa de existir. Uma vez que é mãe a sua saúde reprodutiva continuará sendo um direito associado a deveres constitucionais básicos: assistir socialmente ao filho (cf., art. 203), proporcionar-lhes alimento (cf., art. 5º, LVII), cuidar do filho se tem anomalias físicas ou psíquicas (cf, art. 227, § 1º, II). Inclusive se corre o risco de vida estando grávida ou se o filho resultou de um estrupo, deve saber que a vida humana concebida é um bem jurídico maior e qualquer ação contra ela é um crime horrendo, ainda que não se aplique uma pena contra ele (caput do artigo 128, do Código Penal Brasileiro). A exclusão da culpabilidade não significa a exclusão da juridicidade, já que o aborto sempre é um crime contra a pessoa humana (conforme o Título I – “Dos crimes contra a Pessoa”, parte especial do Código Penal Brasileiro).

O crime do aborto existe sempre e mesmo que haja discussão acadêmicas, política-partidárias, legislativas e, até mesmo, haja um plebiscito com resultado a favor do aborto legal, não se irá tornar ético um ato profundamente anti-ético, anti-social e, sobretudo, anti-natural e sangrento.

Nesse período de campanha eleitoral quando se procura uma renovação dos quadros executivos e legislativos do país e dos estados brasileiros o tema do aborto e demais temas correlatos – eutanásia, anticoncepção abortiva, distanásia, segurança pública, atendimento hospitalar público – podem ficar escondidos, sob o manto midiático de manchetes chamativas a respeito das pesquisas de opinião pública ou do crescimento econômico-social promovido por governantes e partidos a eles ligados.

O povo brasileiro não pode continuar sendo ingênuo e continuar na atitude de omissão política. O exemplo que ele deu na campanha ficha limpa é demonstrativo do seu poder transformador da sociedade.

É necessário que os brasileiros tirem a venda dos olhos e enxerguem com nitidez nos olhos dos seus candidatos e vejam neles a intenção, sem eufemismos de palavras, de defender realmente a vida humana desde a sua concepção até o seu final natural, que eles e elas mostrem nos seus programas de governo e nos seus projetos legislativos a vontade política de promover a natureza e a finalidade social da família brasileira fundada sobre o casamento entre o homem e a mulher, e que respeitem de verdade a inteligência dos cidadãos, não enganando-os mais com palavras e slogans políticos vazios.

Votar conscientemente é um direito e não só um dever político! Enganar conscientemente e “marqueteiramente” os eleitores é um crime contra a nação! Governar e legislar a favor da Vida Limpa, sem manchas ou poças sanguinolentas, é a esperança dos milhões de eleitores que são a favor da vida do brasileiro!

Dom Antonio Augusto Dias Duarte
Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro
 
 

BAIXE OS DOCUMENTOS E DIVULGUE A INFORMAÇÃO:
 
VOTAR BEM
DECLARAÇÃO SOBRE O MOMENTO POLÍTICO NACIONAL
ORIENTAÇÃO AOS CATÓLICOS - DOM ODILO SCHERER

18 de outubro de 2010

Em Nota, CNBB lamenta o uso indevido do nome da entidade na campanha eleitoral‎


Nota da CNBB em relação ao Momento Eleitoral


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, por meio de sua Presidência, congratula-se com o Povo Brasileiro pelo exercício da cidadania na realização do primeiro turno das eleições gerais, quando foram eleitos os representantes para o Poder Legislativo e definidos os Governadores de diversas unidades da Federação, bem como o nome daqueles que serão submetidos a novo escrutínio em 2º turno, para a Presidência da República e alguns governos estaduais e distrital.

A CNBB congratula-se também pelos frutos benéficos decorrentes da aprovação da Lei da Ficha Limpa, que está oferecendo um novo paradigma para o processo eleitoral, mesmo se ainda tantos obstáculos a essa Lei tenham de ser superados.

Entretanto, lamentamos profundamente que o nome da CNBB - e da própria Igreja Católica – tenha sido usado indevidamente ao longo da campanha, sendo objeto de manipulação. Certamente, é direito – e, mesmo, dever – de cada Bispo, em sua Diocese, orientar seus próprios diocesanos, sobretudo em assuntos que dizem respeito à fé e à moral cristã. A CNBB é um organismo a serviço da comunhão e do diálogo entre os Bispos, de planejamento orgânico da pastoral da Igreja no Brasil, e busca colaborar na edificação de uma sociedade justa, fraterna e solidária.

Neste sentido, queremos reafirmar os termos da Nota de 16.09.2010, na qual esclarecemos que “falam em nome da CNBB somente a Assembléia Geral, o Conselho Permanente e a Presidência”. Recordamos novamente que, da parte da CNBB, permanece como orientação, neste momento de expressão do exercício da cidadania em nosso País, a Declaração sobre o Momento Político Nacional, aprovada este ano em sua 48ª Assembléia Geral.

Reafirmamos, ainda, que a CNBB não indica nenhum candidato, e recordamos que a escolha é um ato livre e consciente de cada cidadão. Diante de tão grande responsabilidade, exortamos os fiéis católicos a terem presentes critérios éticos, entre os quais se incluem especialmente o respeito incondicional à vida, à família, à liberdade religiosa e à dignidade humana.

Confiando na intercessão de Nossa Senhora Aparecida, invocamos as bênçãos de Deus para todo o Povo Brasileiro.

Brasília, 08 de outubro de 2010

P. nº 0849/10

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Luiz Soares Vieira
Arcebispo de Manaus
Vice-Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa
Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro
Secretário Geral da CNBB

Fonte: http://www.cnbb.org.br/

Veja mais: http://dhjupic.blogspot.com/

12 de agosto de 2010

Capítulo Regional Eletivo da OFS Sudeste III-SP




“Ser irmão significa não querer dominar, mas servir. Francisco fará do mútuo serviço, vivido na minoridade, na igualdade, na simplicidade, na humildade, um dos fundamentos da fraternidade”

(Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM).



           O Conselho da Região Sudeste III da Ordem Franciscana Secular (OFS) do Brasil estará encerrando o mandato do triênio 2007 - 2010, no Capítulo Regional Ordinário Eletivo, que é um momento privilegiado para nós, franciscanos seculares, porque nessa oportunidade se farão presentes os representantes de todas as Fraternidades da Região. A Legenda dos Três Companheiros assim expressa o pensamento a respeito dos encontros fraternos: “Em Pentecostes, reuniam-se todos os irmãos em Capítulo em Santa Maria dos Anjos da Porciúncula e tratavam da maneira como melhor poderiam observar o Evangelho e a Regra que haviam prometido... Terminado o Capítulo, Francisco abençoava a todos os irmãos e destinava cada um para as diversas províncias ... Eles, de sua parte, recebendo a sua bênção com grande júbilo de espírito, iam pelo mundo como ‘peregrinos e forasteiros’” (LTC 57 e 58).
         O Capítulo Regional Ordinário Eletivo realizar-se-á de 13 a 15 de agosto de 2010, no Centro Pastoral Santa Fé, em São Paulo, com o tema “Fraternidades: nossa riqueza" e com o lema: Nossas Fraternidades: Albergues do Ressuscitado.
         Confiantes no auxílio do Espírito Santo, que para São Francisco era o Ministro Geral da Ordem, pedimos a todos os irmãos e irmãs para rezarem pelo bom êxito do Capítulo. A intercessão de São Francisco, Santa Clara, Santa Isabel da Hungria e a proteção de Maria, Senhora dos Anjos, nos ajudem a manter acessa a “chama da nossa vocação”, pois hoje somos nós que temos a missão de tornar realidade, no mundo, aquilo que São Francisco esperava dos “irmãos e irmãs da penitência”.

Maria Bernadette Nabuco do Amaral Mesquita
(Ministra Regional)


Rezemos pelo nosso capítulo da OFS.

6 de agosto de 2010

ELEIÇÕES 2010



Em todo o país, pelo menos 100 pessoas deverão ter a candidatura barrada pela Lei da Ficha Limpa, segundo previsão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Até o momento, das 1.030 candidaturas indeferidas, pouco mais de 70 referem-se à nova lei.

"É um número esperado por todos nós. A lei vai promover o saneamento nas candidaturas. Mas, estamos tratando de um universo pequeno de candidatos", disse o presidente do TSE, Ricardo Lewandowski, em entrevista exclusiva à Agência Brasil e à TV Brasil.

Segundo o ministro, com a entrada em vigor da lei, os próprios partidos se tornaram um filtro dos candidatos condenados por órgãos colegiados e que, portanto, tornaram-se inelegíveis pela regra da Ficha Limpa. Os indeferimentos das candidaturas nos tribunais regionais eleitorais (TREs) podem ser questionados no TSE e, em último caso, no Supremo Tribunal Federal (STF).

A lei também impede a candidatura de políticos que renunciaram a mandatos para fugir de processos de cassação, como o ex-senador Joaquim Roriz (PSC-DF). Ele teve a candidatura a governador indeferida pelo TRE do Distrito Federal e promete recorrer à instância superior.

Nesses casos, o ministro Lewandowski é prudente ao fazer uma avaliação. Segundo ele, é necessário analisar caso a caso o motivo da renúncia. "É preciso verificar se a renúncia se deu por motivos legítimos ou para escapar de punição", disse. No TSE, os recursos sobre indeferimento de candidaturas deverão ser julgados até o dia 19 deste mês.

Quanto aos possíveis questionamentos sobre a constitucionalidade da Ficha Limpa, especialmente em relação à sua retroatividade e entrada em vigor, Lewandowski se apressou em dizer que a lei obedece aos princípios constitucionais. Na definição da data de validade da nova regra, os ministros do TSE se basearam em jurisprudência do STF sobre a Lei de Inelegibilidade.

Os ministros usaram o mesmo entendimento da época, o de que não seria preciso adotar o critério de anualidade, que estabelece que leis eleitorais só podem entrar em vigor um ano após a sua aprovação. Eles também determinaram que políticos que ainda estão respondendo a processo sejam barrados pela lei.

Lewandowski explicou que a Ficha Limpa não impõe uma sanção ao candidato, apenas cria um requisito: não ter sido condenado por órgão colegiado. Por isso, os princípios da anualidade e da não retroatividade são desnecessários nesse caso.

Fonte: http://portalexame.abril.com.br/economia/eleicoes-2010/noticias/ficha-limpa-deve-barrar-pelo-menos-100-candidaturas-585449.html


DEU-SE INÍCIO A CAMPANHA ELEITORAL 2010. PARA ALGUNS PODE PARECER MAIS UMA E SEM A DEVIDA ATENÇÃO.
MAS NUNCA PODEMOS ESQUECER QUE É A FACE DA DEMOCRACIA, O DIREITO AO VOTO É UMA DAS MAIS BELAS MANIFESTAÇÕES POPULAR. ONDE TEMOS EM MÃOS O PODER DE ESCOLHER QUEM É O(A) MELHOR PARA NOS REPRESENTAR E TOMAR AS DECISÕES EM NOSSO PAÍS.

ELEGEREMOS PARA OS PRÓXIMOS 3 ANOS:
  • PRESIDENTE(A) DA REPÚBLICA
  • GOVERNADORES(AS) ESTADUAIS
  • SENADORES(AS), DEPUTADOS(AS) FEDERAIS E DEPUTADOS(AS) ESTADUAIS.

FIQUEMOS ATENTOS.
É NOSSA PARTICIPAÇÃO ATIVA NA SOCIEDADE, COMO VERDADEIROS CRISTÃOS E FRANCISCANOS.
DE MANEIRA CONSCIENTE PARA O BEM DO BRASIL E DOS MAIS SOFRIDOS EM PRIORIDADE.

ACOMPANHEM O LINK FICHA LIMPA.

22 de dezembro de 2009

Missa de Aniversário
10 anos JUFRA das CHAGAS
Foi celebrada em Ação de Graças esta data especial no dia 20 de dezembro, preparamos a liturgia e houve a participação ativa da fraternidade. Fizemos a renovação do compromisso do jufrista e interagimos de forma singular em conjunto com a confraternização de fim de ano da fraternidade de OFS e JUFRA.
A celebração foi presidida pelo Frei Anacleto, OFM - guardião do convento São Francisco e co-celebrada pelo Frei Valmir, OFM - assistente nacional da OFS e Frei João, OFM. Tivemos a participação do querido Frei Mateus, OFM Cap.
São 10 anos de muito compromisso, aprendizado, alegrias e também tristezas. Tudo pelo busca da vivência da fraternidade e do ideal franciscano de vida.
Que sejamos Sal na Terra e Luz no Mundo!
JUFRA das CHAGAS
Eleição da OFS das Chagas 15 de novembro 2009 A fraternidade elegeu o novo conselho para o triênio 2009-2012. Com espirito de fé e confiança em Deus foram eleitos para Ministra Irmã Maria Nascimento e Vice-Ministro Carlos Milton. Assim como para as funções de formação, tesouraria, secretaria, os conselheiros e os membros do conselho fiscal. Que São Francisco e Santa Clara intercedam por esses irmãos que foram escolhidos para estarem mais a frente nos serviços da fraternidade. E que todos os irmãos colaborem e auxiliem para o benefício e crescimento de toda a fraternidade OFS e JUFRA das Chagas. E com palavras da nossa Ministra Maria: Por tudo Deus seja louvado! Paz e Bem!